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Gás do efeito estufa favorece crescimento de certos tipos de planta e afeta a biodiversidade

Está na hora de rever o velho conceito de "floresta virgem". De acordo com cientistas brasileiros e americanos, trechos da Amazônia nos quais não há registro de interferência humana direta estão tendo sua composição de espécies vegetais drasticamente alterada -provavelmente por causa do gás carbônico emitido em doses cavalares pela ação do homem. Na prática, o que acontece é que alguns tipos de árvore se tornam mais viçosos e abundantes que outros ao longo do tempo."Precisamos esclarecer qual é a amplitude dessa mudança, mas a conseqüência, a médio e longo prazo, é que a floresta vai perder diversidade biológica", avalia o ecólogo Alexandre de Oliveira, 37, do Instituto de Biociências da USP.

Oliveira é um dos autores do estudo que sai hoje na revista "Nature", ao lado de colegas do Instituto Smithsonian de Pesquisa Tropical, no Panamá, e do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), em Manaus. Ao longo de quase duas décadas, os pesquisadores examinaram o que acontecia com a fisiologia e distribuição de árvores numa área de 300 km2 ao norte de Manaus. Da análise emergiu um padrão no qual as árvores cuja copa alcança o dossel, ou topo da floresta, claramente levavam vantagem sobre as menores, que crescem na sombra e demoram mais para se desenvolver. As árvores do dossel ganharam tanto em largura do tronco quanto em número de indivíduos num trecho da floresta. A explicação mais provável, diz Oliveira, é que as árvores do dossel tenham tirado proveito do excesso de gás carbônico -matéria-prima para a fotossíntese que dá às plantas sua biomassa- para crescer mais rápido. As árvores de sombra, por outro lado, não se beneficiariam desse excesso de CO2, uma vez que o fator limitante para seu crescimento é a luz.

Para o ecólogo americano William Laurance, 46, do Instituto Smithsonian, que coordenou o estudo, as conseqüências desse desequilíbrio podem afetar toda a teia de relações ecológicas da floresta: "As árvores do sub-bosque estão entre as comunidades vegetais mais diversificadas do mundo. Suas relações com polinizadores, como beija-flores e mariposas, são muito específicas. E todos seriam afetados por sua diminuição", afirma. Agora, o importante é entender melhor as razões do fenômeno e sua abrangência. Jornal Folha de São Paulo - São Paulo, quinta-feira, 11 de março de 2004. Suíços barram grão brasileiro Genebra -

Os produtores de soja do Brasil irão sofrer novas exigências para exportar. Alguns dos principais supermercados suíços anunciam que irão aplicar, a partir de 2005, critérios sociais e ambientais para a compra dos produtos brasileiros. Entre as novas exigências está a de que o cultivo seja sustentável, não desmate o cerrado e que dê condições adequadas aos trabalhadores rurais do setor. A decisão de implementar os critérios foi tomada pela entidade ambiental World Wild Fund (WWF) e por uma das principais redes de supermercados da Suíça, o Coop. Apesar de o governo suíço não ter a autorização de aplicar uma lei como essa diante das normas da Organização Mundial do Comércio (OMC), a empresa e a entidade ambiental já trabalham na formulação dos critérios. http://www.hojeemdia.com.br dia 11/03/2004

 

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