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Manjericão e pimentão orgânicos chegam ao mercado

A Isla está ampliando a sua linha de orgânicos com o lançamento de duas novas sementes: o Manjericão Toscano Folha de Alface Isla Orgânico e o Pimentão Chapéu de Bispo Isla Orgânico. Ambas as sementes são produzidas na Estação Experimental Isla Itapuã, no município de Viamão, região metropolitana de Porto Alegre. A Isla implantou a linha de sementes orgânicas em fevereiro de 2002, contando então apenas com sementes importadas. Em março deste ano (2003), a Isla introduziu na linha de orgânicos as primeiras sementes produzidas pela própria empresa aqui no Brasil. A busca de auto-suficiência é uma meta da Isla em todas as suas linhas, incluindo-se aí a linha de orgânicos. Com o cumprimento da meta, a Isla espera disponibilizar sementes orgânicas a um custo menor para esse segmento do mercado agrícola brasileiro.

PRODUÇÃO VERDADEIRAMENTE ORGÂNICA - Para que um produto olerícola seja 100% orgânico é preciso que a produção seja isenta de adubos e defensivos químicos em todas as suas etapas. A semente utilizada no cultivo orgânico também deve, portanto, ser de origem orgânica. Muitos produtores ainda não estão cumprindo esse princípio, fato que se deve, em parte, à pouca disponibilidade de sementes orgânicas no mercado e, em parte, ao custo mais elevado das sementes orgânicas em relação à convencional. Com a produção local de sementes orgânicas, a Isla espera dar sua parcela de contribuição para o crescimento da agricultura orgânica no país. Pimentão Chapéu de Bispo Isla Orgânico - A época de plantio vai de agosto a janeiro na Região Sul e pode ser realizada durante todo o ano nas demais regiões do Brasil. Seu ciclo é de 90 dias. Produz fruto circular-achatado de cor verde-clara, com tamanho entre 3 cm e 5 cm de altura e 4 cm a 6 cm de diâmetro. O sabor dos frutos é bastante doce, sendo usados para saladas ou para conservas. As sementes são comercializadas pela Isla em latas de 50 gramas. Manjericão Toscano Folha de Alface Isla Orgânico - Pode ser semeado durante todo o ano, tendo ciclo de 60 dias no verão e de 90, no inverno. As plantas são perenes e atingem cerca de 50 cm. Na culinária, pode ser utilizado como tempero para omeletes, ensopados de carnes, peixes, frangos e saladas, em doce e licores, ou para pestos. É utilizado ainda por suas propriedades farmacêuticas, contra mau-hálito, inflamações na boca e na garganta. Também é indicado para cansaço, resfriados e problemas gastro-intestinais. No uso medicinal, são utilizadas as folhas em infusão, decocção ou pó. As sementes são comercializadas pela Isla em latas de 50 gramas.(fonte: Assesso D Comunicação 8/12/ - 14:52)

 

A praga do pesticida

Pesquisa na Índia identifica pela primeira vez a relação danosa que existe entre a exposição ao pesticida endosulfan (usado em plantações de morango e de café, por exemplo) e a deterioração do sistema reprodutivo masculino. Após analisar 117 garotos de 10 a 19 anos da cidade de Kerala (Índia), que foram expostos ao pesticida durante toda a vida, os pesquisadores encontraram alta taxa de anomalias nos testículos. (Fonte: Jornal Folha de São Paulo – Caderno TEEN – 5/01/2004

 

PR: Prefeitura de Maringá estimula cultivo de orgânicos

MARINGÁ – A Prefeitura de Maringá está ensinando pequenos agricultores a produzir alimentos orgânicos. O objetivo é aumentar a oferta de frutas, verduras e legumes sem agrotóxicos nas feiras livres da cidade e melhorar a renda nas pequenas propriedades. A primeira turma, de 30 produtores, se forma na próxima semana, e as inscrições para a próxima turma já estão abertas na Diretoria Municipal de Agricultura. O curso tem duração de um ano. Os produtores se reúnem a cada 15 dias para aulas teóricas e práticas em um sítio da prefeitura. O curso é ministrado por professores do Instituto Maytenus, de Londrina, com apoio da Emater e do Sebrae. Segundo o agrônomo Adalberto Garla, a meta da prefeitura é formar dois grupos de pelo menos 30 agricultores que serão depois difusores das técnicas de produção sem agrotóxicos. A princípio esses produtores irão fornecer legumes, frutas e verduras para as feiras livres da cidade, mas a prefeitura pretende incentivá-los a buscar a certificação para que possam vender a produção em outros centros e até mesmo exportá-los. Da Gazeta do Povo (PR) 18/12/2003

 

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